Organização http://sopsp.org.br Sun, 21 Jan 2018 02:09:53 -0200 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Humanização nas Relações do Trabalho – Hospital Santa Virginia http://sopsp.org.br/index.php/component/k2/item/140-humanização-nas-relações-do-trabalho-–-hospital-santa-virginia http://sopsp.org.br/index.php/component/k2/item/140-humanização-nas-relações-do-trabalho-–-hospital-santa-virginia Humanização nas Relações do Trabalho – Hospital Santa Virginia

Publico alvo: Coordenação de Enfermagem

Trabalhamos com a temática Humanização das Relações Interpessoais no Trabalho visando desenvolver o papel profissional.

Despertar a reflexão sobre o valor de sua participação dentro da estrutura da instituição, a percepção do outro e do funcionamento coletivo para o crescimento e benefício global. 

Publico alvo: Coordenação de Enfermagem

Trabalhamos com a temática Humanização das Relações Interpessoais no Trabalho visando desenvolver o papel profissional.

Despertar a reflexão sobre o valor de sua participação dentro da estrutura da instituição, a percepção do outro e do funcionamento coletivo para o crescimento e benefício global. Por meio de atividades vivenciais procuramos estimular o desempenho de cada participante na melhoria do exercício de sua atividade profissional, valorizando a troca e a construção do grupo para o desenvolvimento da liderança.

Nestes encontros utilizamos a metodologia psicodramática, jogos e vivências que facilitaram explorar os aspectos a serem desenvolvidos e aprimorados no cotidiano do seu trabalho. Complementando com distinção teórica quando necessário.

Os temas abordados foram: Valores Humanos, Liderança, Comunicação, Relacionamento Interpessoal, Administração de conflitos, Trabalho em equipe e Feedback. Realizamos oito encontros com uma média de quatro pessoas atendidas por encontro e totalizando 16 horas.

Destacamos os principais aprendizados que os participantes incluíram na avaliação: melhoria na visão de minha liderança; novos conceitos para ter uma visão mais estratégica; compartilhar com a equipe os momentos e a experiência – troca, e a união do grupo.

Complementaram ainda que o trabalho foi: direcionador, pois trás a teoria de forma ilustrativa e para nossa realidade; bom porque melhora o relacionamento da equipe; necessário ter continuidade, e fundamental para o papel de líder.

Agradeço a Liliane Monay que compôs unidade funcional comigo nos dois primeiros encontros, aos profissionais e a direção do Hospital por abrir este espaço para o aprimoramento do meu papel profissional.

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sosps@sosps.com.br (Rosangela de Oliveira Rosa Zarza) Organização Wed, 05 Dec 2012 15:43:00 -0200
Cala a boca, celular! http://sopsp.org.br/index.php/component/k2/item/114-cala-a-boca-celular http://sopsp.org.br/index.php/component/k2/item/114-cala-a-boca-celular

Ah, como eu gostaria de poder silenciar todos os celulares em funcionamento nos lugares públicos!

Cena 1 – Ônibus

O meu ônibus para Jundiaí acaba de sair da Rodoviária Tietê.  Vou para uma reunião numa empresa.

Nem bem o ônibus fez a curva na avenida... 

Ah, como eu gostaria de poder silenciar todos os celulares em funcionamento nos lugares públicos

Cena 1 – Ônibus

O meu ônibus para Jundiaí acaba de sair da Rodoviária Tietê.  Vou para uma reunião numa empresa.

Nem bem o ônibus fez a curva na avenida, vários celulares “falam” ao mesmo tempo, sem parar, não dão trégua, e ouve-se claramente a fala de uma mulher em voz alta, 5 fileiras atrás da minha :

 - João? Você taí? Aãã...tá! Mas espere eu chegar que eu vou dar o remédio. João? Você tá me ouvindo? É que o celular “faiô”..olha me escuta! Quando eu chegar vou ti buscá para ti  levá no centro do Pai Zé prá ele te benzê. João? Isto num é doença, não! É coisa espiritual, eu sinto a vibração de coisa ruim daqui pelo celular...tô toda arrepiada ! Mas toma teu remédio do dotô lá do posto tá bem? Me espera!

Nova ligação da mesma mulher:

- Maria? Maria, ele num tá doente dos “rim” nada. Urina escura? Então...num tô falando? É coisa do diabo! Ele precisa do Pai Zé!

Cena 2 – Aeroporto - 06h da manhã – Congonhas, São Paulo.

Sala de embarque lotada, gente em pé.  Penso com meus botões: para onde vão todas estas pessoas de maletas na mão, laptops fora das mochilas de rodinhas da moda, iphones, ipads, tablets e...evidente.... celulares, à mostra de todos. Vitrine!

Todas as mãos, febrilmente seguram um celular e o levam ao pé do ouvido e falam falam, falam, e falam mais, até sentar-se dentro do avião, e mesmo assim....falam até o último minuto...até a comissária avisar para desligar os celulares.

Com quem será que falam às 6 (seis) da manhã? Com a China? Com a Europa? Com mamãe? Com quem dormiu? ...Oi chefe. Tô chegando?.. E quando o avião pousa, então? Uma coceira de urtiga se espalha pelas mãos para ligar os benditos celulares... Por que precisam tanto falar sem parar? Solidão? Ansiedade em relação ao tempo? Aproveitar cada minuto para “fazer” algo? Será que falam não havendo ninguém do outro lado para não se sentirem sozinhos ali naquela multidão? Seria muito louco, não é? Perderam (ou nunca tiveram) momentos de sentir, de pensar por si, em si, devanear, sonhar, sentir saudades, projetar a vida, fazer planos?

Como psicodramatista observo: um agrupamento temporário cujos critérios de aproximação são dados pelas escolhas que cada um fez ao marcar o horário de vôo. Agrupamento vivido por uma curta duração, sem vinculação real e complementaridades. Vizinhanças que logo se desfazem quando cada um vai para seu avião. Não há ali uma rede sociométrica à la Moreno - não é uma cena de rede grupal mas de isolamentos: um mapa de isolados, no aqui e agora, fugaz. E cada um vai para seu locus profissional ou afetivo, aí sim, jogando um papel em relação.

Chego ao meu destino e meus grupos me trazem novas pautas.

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sosps@sosps.com.br (Yvette Datner) Organização Wed, 12 Sep 2012 20:54:00 -0300