15Dezembro2017

Oportunidades e desafios nas Pastorais

Aqueles que buscam uma oportunidade de trabalho “social profissional não remunerado”, como preferimos denominar, encontra um vasto campo de oportunidades no contexto das Pastorais Sociais da Igreja Católica.

A proposta consiste em reunir trabalhadores sociais que focarão ações com determinados agrupamentos em prol inicialmente da evangelização.
Falamos de agrupamentos segmentados como: do povo de rua, das famílias com gestantes e crianças até 6 anos de idade (Pastoral da Criança), dos presídios (Pastoral Carcerária), dos migrantes, da mulher marginalizada, dos operários, dos trabalhadores rurais, entre outras. Ou seja, o trabalho é realizado para pessoas em situação de vulnerabilidade social. 

Nesse contexto, percebemos que o trabalho vai além da evangelização e entra no âmbito das relações humanas, das condições de vida (em contraponto com o que é sobrevida) e das oportunidades de inclusão social. Não é possível falar de evangelização sem tratar algumas questões fundamentais. Na Pastoral da Mulher, não é possível evangelizar sem paralelamente tratar a questão baixa autoestima. Na Pastoral da Criança, é condição de trabalho abordar as condições mínimas de higiene, saúde e bem-estar, sem a falar do importante contexto das relações familiares.

É importante fazer com que esses agrupamentos se tornem grupos.

As oportunidades de trabalho envolvem tanto o grupo de assistidos como um trabalho de apoio e preparação aos profissionais não remunerados que conduzem as distintas ações. Progressivamente nos últimos anos houve um incremento da mobilização social em prol de trabalhos voluntários. Indubitavelmente é necessário se refletir sobre o desenvolvimento das competências e das habilidades dos voluntários.

Psicodramatistas, vocês podem fazer muito pelas Pastorais!